Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta
Monumento Nacional
Igreja manuelina do século XVI, classificada como Monumento Nacional. Um dos mais belos exemplos da arquitectura manuelina em Portugal.

800 anos de história entre muralhas medievais, torres manuelinas e tradições vivas.
Fundada em 1279 durante o reinado de D. Dinis, Freixo de Espada à Cinta guarda um dos conjuntos patrimoniais mais ricos de Trás-os-Montes: da Igreja Matriz manuelina classificada como Monumento Nacional à Torre de Galo, passando pela lenda do freixo centenário que dá nome à vila.
Monumento Nacional
Igreja manuelina do século XVI, classificada como Monumento Nacional. Um dos mais belos exemplos da arquitectura manuelina em Portugal.

Marco arquitectónico manuelino
Construção da icónica Torre de Galo, marco arquitectónico manuelino do século XVI e um dos símbolos mais reconhecíveis de Freixo de Espada à Cinta.

Reinado de D. Dinis (1279–1325)
No reinado de D. Dinis, Freixo de Espada à Cinta viveu o reforço da vila e do castelo, numa nova fase de povoamento e fortificação. Em 1342, já sob D. Afonso IV, os habitantes pediram apoio para concluir as muralhas da vila.

A origem do nome da vila
Há diversas explicações para o curioso nome desta vila — desde o nome de um fidalgo godo até à lenda de D. Dinis, que ao fundar a localidade amarrou a sua espada a um freixo antes de descansar. Essa árvore, de grande porte, está há mais de 500 anos no largo principal da vila.

Património vivo
Freixo tornou-se centro de produção de seda, tradição mantida até hoje. O Museu da Seda e do Território preserva esta produção manual única na Península Ibérica, com artesãs a trabalhar ao vivo o processo completo — da amoreira ao fio. Entrada gratuita.
Monumento Nacional desde 1922
De traço manuelino, o pelourinho ergue-se junto aos Paços do Concelho, na praça principal da vila, e é um dos monumentos mais emblemáticos de Freixo de Espada à Cinta.
Séculos XVI a XVIII
De planta longitudinal, combina traços maneiristas e barrocos, com nave de tecto em madeira e capela-mor de abóbada estrelada.
Casa de família do poeta Guerra Junqueiro
Instalado na casa que pertenceu ao pai do poeta Guerra Junqueiro, na Avenida Guerra Junqueiro, este museu preserva memórias e objectos ligados à história local.
Coração histórico da vila
É na praça principal de Freixo de Espada à Cinta que se reúnem os Paços do Concelho históricos e o Pelourinho manuelino, formando o núcleo do centro histórico da vila.
Barroco sóbrio, século XVII
Construída a partir de 1671 por iniciativa do Padre Francisco da Silva, esta igreja conventual de nave única nunca chegou a ser totalmente concluída, mas é um dos exemplos mais sóbrios do barroco na região.
A vila foi fundada em 1279, durante o reinado de D. Dinis, que promoveu o reforço da vila e do castelo numa nova fase de povoamento e fortificação.
É um marco arquitectónico manuelino do século XVI e um dos símbolos mais reconhecíveis de Freixo de Espada à Cinta.
Há várias explicações, incluindo a lenda de D. Dinis, que ao fundar a vila amarrou a sua espada a um freixo antes de descansar sob a árvore — que ainda hoje existe no largo principal, com mais de 500 anos.
É um pelourinho de traço manuelino, classificado como Monumento Nacional desde 1922, situado junto aos Paços do Concelho, na praça principal da vila.